quinta-feira, 14 de junho de 2007

domingo, 13 de maio de 2007

Quinta da Regaleira








































Hoje domingo, resolvi não ficar parvo em casa, resultado desta estranha ideia de sair de casa ao domingo!!!






Fui á quinta da Regaleira, esse cenário... da maçonaria importada americana.







aqui ficam algumas fotos





















Benção das fitas e queima do cheque Universidade Lusófona

Há dias em que devia ficar em casa, este de certo teria sido um desses dias....
Mas de qualquer maneira por respeito a todos os presentes, aqui ficam as imagens de alguns momentos.










Não sei se notam mas, resolvemos assar o Reitor...

























Talvez uma das maiores secas que apanhei este ano!!!!








O padre que foi fazer o raios partam da benção ou lá o que valha de certo ganhava à hora. NÃO SE CALAVA....








sábado, 12 de maio de 2007



Bem não é esta a função do Forum mas se tiverem insteressados vendo esta Guitarra squier Stratocaster com pickups single Coil Fender por 200 euros, deixem um comment .

sexta-feira, 11 de maio de 2007




Resolvi criar uma vez por mês um Post dedicado a uma banda.

Esta semana escolhi os attrition, e muito sinceramente vou revelar que até á 2 semanas atrás não os conhecia, são uma banda Inglesa de Coventry com mais de 25 anos de carreira e com 23!!! Albuns lançados. E a julgar pela qualidade do que tenho ouvido como era possivel eu nunca os ter ouvido antes (mea culpa).
Aproveitem que valem mesmo a pena fica aqui o Link para a pagina oficial da banda que disponibiliza algumas musicas para download.

Attrition


Vale mesmo a pena uma vista ao site da banda.
Para os que já conheciam a banda só tenho de pedir desculpa por tamanha ignorância.


quarta-feira, 9 de maio de 2007

Em resposta aos sempre desafiantes Post´s do Blog http://gotikka.blogspot.com/ escrevi o seguinte.

Esta foi a minha tentativa de responder ao desafio, do estado desta nação, como podem ver deixei de lado as minhas metáforas e tentei dar uma resposta, objectiva, embora demasiado sucinta. No entanto opiniões divergentes são mais do que aceites, são desejadas...

Em primeiro lugar uma contextualização, para tal vou definir o que é o Global, não o global dos dicionários de sociologia, mas o Global que temos...
“Vejamos o que o global veio introduzir. No império do Global não há direitos adquiridos, há contratos...O lugar do indivíduo (do consumidor ou produtor) tem de ser conquistado, a pulso, no mercado, o seu desempenho tem de ser rentabilizado, a sua utilidade demonstrada. Há necessidade de uma contínua negociação, rentabilização, competição. As pessoas são dispensáveis, só interessam como função – de consumir ou de produzir – isto é, tornaram-se recursos: os recursos humanos!...Quem não é rentável não existe, não conta para o mundo global. Pode ser eliminado, pois não tem qualquer rentabilidade económica. Torna-se um peso para a sociedade globalizada e eficiente que, no limite, o despreza”1. isto é o global que temos só considera uma variável, a variável Capital, uma vez que a variável trabalho é local, “ A força do trabalho, só está globalizada num pequeno segmento da mesma, entre os trabalhadores de mais elevadas qualificações... (como analistas financeiros, engenheiros informáticos, publicitários de imagem ou estrelas desportivas)...O capital é global, o trabalho é local: nessa separação cria-se um vazio que torna ineficazes os processos de regulação e controle que se criaram na sociedade industrial”2 o que isto significa então em termos práticos? ora vejamos o que nos diz Casttels “...a produção de bens e serviços está globalmente articulada, em torno de um núcleo de 65 000 empresas multinacionais que, apesar de apenas empregarem uns 200 milhões de trabalhadores (há 3 000 milhões de trabalhadores no mundo), representam 40% do produto bruto mundial e 75% do comércio internacional. O comércio externo é pois a vida ou morte das economias, mas representa sobretudo a internacionalização da produção.”3 isto significa em termos práticos o seguinte. O conceito de globalização remete-nos de um ponto de vista económico, para a abertura dos mercados, isto é, um mercado global em que as fronteiras politicas e geográficas perdem importância, e em que os estados perdem gradualmente a influência politica sobre o mercado económico, numa lógica de causa efeito, isto reflecte-se numa concorrência também ela global, (onde interessa produzir bem, muito e barato).Num mercado global, interessa ás empresas reduzir custos de produção e aumentar o produto total, noutras palavras aumentar a produtividade, isto tem se reflectido numa fuga das empresas para mercados com uma mão de obra mais barata, e por vezes mais qualificada, consequentemente deparamos com um aumento do desemprego e precarização dos vínculos laborais, e aqui temos a VARIAVEL MAIS IMPORTANTE do caso especifico Português, a qualificação! senão vejamos em vários estudos realizados em Portugal a desqualificação emerge sempre como a variável mais importante no sentido de explicar os fenómenos que remetem este país para o pelotão de trás, (atenção que a influência das variáveis é facilmente demonstrável em termos estatísticos através de um conceito simples chamado o R de Pearson) mas não vou entrar em explicações de conceitos, correndo o risco de nunca mais sair daqui, de facto vejamos, temos uma população em que mais de 50% dos nossos cidadãos apenas têm o ensino Primário, e vamos lá meter as culpas nos senhores do costume, o ESTADO NOVO, parece que estamos a usar uma frase feita, mas que não deixa de ser real, interessava ao estado uma população inculta, e 30 anos ainda é pouco para vencer este paradigma, fruto disto vivemos num país de inteligentes incultos, com elites rascas, e numa ideologia paternalista, ou seja alguém nos vais resolver os problemas , e esperamos que o estado tome conta de nós, quem tem ideias ou critica este paradigma é apelidado de radical ou de pertencer a uma qualquer contracultura, enfim fomos arrastados para este turbilhão da globalização ( que não é mais que a globalização do capital) ao invés de uma globalização cultural geral, sem estarmos minimamente preparados, com isto afirmo, a emergência das novas economias como a china Índia ou Brasil, só vai piorar este quadro já de si bem negro. Interessa-nos mudar as nossas elites, e os nossos paradigmas, se não podemos mudar este Global, então temos de mudar o país para que o mesmo se adapte. Parece-me é que já vamos tarde...
1-Caraça, João, in Prefácio, A sociedade em rede em Portugal, Campo das letras, p 9, Porto, 2005.
2-Casttels. Manuel, in Capitulo inicial, A sociedade em rede em Portugal, Campo das letras, p 22, Porto, 2005.
3-Idem, p 23.

sábado, 5 de maio de 2007

Será que voa?


Será que vais voar

ou vais aterrar sem

sequer chegares a levantar

Maldito sejas

Das mil faces a mais discreta
Que sem ser gente, era Pessoa
Escreveu o sonho do poeta
De um portugal de fé incerta

O trono do 5º império
E o berço do mistério
Que seriam de certo
Fruto de um tempo aberto

O que o poeta não sabia
Mas eu vou-lhe contar um dia
Que passados 100 anos de História
Não se avista uma glória.

Maldito sejas poeta
Maldito sejas Pessoa e gente
Maldito sejas por seres crente
Num pais que anda doente

Poema de minha autoria, fruto de um momento de inspiração (ou não..) num repply a um post de outro blog.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Uma pedra é sempre uma pedra


Uma pedra será sempre uma pedra
Esculpida e trabalhada, com formas ou feitios, jamais deixará de ser isso mesmo uma pedra, então explica-me tu que és de carne, porque veneras UMA PEDRA!!!

Deus não é de pedra.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Os príncipes do passado sem futuro


O reis, píncipes e príncesas estão mortos
Os que vivem padecem de uma sorte
Que de certo não irá alem da morte